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Diário Dum Carroceiro

Sinopse

1ª peça de teatro do Brasil escrita por uma pessoa em situação de rua produzida profissionalmente. 

"Quim" é um carroceiro, (catador de materiais recicláveis), em sua jornada diária por latinhas, papelão e outros materiais enfrenta a fome, os preconceitos e faz reflexões a partir de suas realidades. Saudades de um amor não correspondido leva a "Quim" nessa solidão ter seus momentos líricos.  Com humor e críticas ácidas "Diário Dum Carroceiro", rompeu as 4a´s paredes e influiu até em polítucas públicas, inclusive.

O Projeto

O Projeto começou em 2004.
Desde 2000 Max Mu lecionava teatro em espaços diversos, distanciados dos meios oficiais de produção cultural.
Na Casa de Acolhida "Arsenal da Esperança", próximo a Estação Bresser do Metrô, Tião, em situação de rua começou a participar das oficinas de teatro. Inspirado, escreveu outras duas peças. Apresentadas nos albergues de São Paulo. Entre 2003 e 2004 Tião, relatou a ideia para Max Mu, mas precisava ter um lugar para escrever. Max Mu conseguiu um lugar para Tião escrever e em 2004 começaram os trabalhos até estrear junho de 2006.
Com Direção de: Iara Brasil
CEnário de Márcio Tadeu
Trilha de Aline Meyer
Atuação primeiramente de Antonio Carlos de Niggro e depois de Max Mu
A peça fez uma carreira por várias cidades e Estados até 2012, quando todo o material foi queimado no primeiro grande incêndio da Favela do Moinho. A Carroça foi contruída em uma oficina do Márcio Tadeu, junto com as crianças da favela. Nos 20 anos de Cia Um Brasil de Teatro e Artes, pretendemos remontar a peça.

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A Pesquisa


A produção dessa peça é resultado da pesquisa  "A Voz Original na Dramaturgia Brasileira"que Max Mu iniciou em 2003, procurando estudar nossas "vozes" e suas representações na arte. Por atuar desde 1998 em comunidades de Baixo IDH e com população de rua, iniciou seu contato com o autor. Tornando-se a primeira peça escrita por uma pessoa em situação de rua, levada ao circuito profissional.
Muitas peças naquele momento escritas sobre pessoas em situação de vulnerabilidade social, eram escritas por pessoas que não viviam nessa situação. A inovação, e a potência textual, concretizou a pesquisa e fez história na arte e na acadêmia, tendo inúmeros TCC´s, Mestrados e pesquisas sobre a peça,  sobre como Tião após essa produção, saiu das ruas e se tornou uma referência para as articulções e formulações de políticas públicas da cidade de São Paulo, quiçá do e no mundo, representado a População de Rua em conferências fora do país.
 

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Histórico

O Projeto começou em 2004.
Desde 2000 Max Mu lecionava teatro em espaços diversos, distanciados dos meios oficiais de produção cultural.
Na Casa de Acolhida "Arsenal da Esperança", próximo a Estação Bresser do Metrô, Tião, em situação de rua começou a participar das oficinas de teatro. Inspirado, escreveu outras duas peças. Apresentadas nos albergues de São Paulo. Entre 2003 e 2004 Tião, relatou a ideia para Max Mu, mas precisava ter um lugar para escrever. Max Mu conseguiu um lugar para Tião escrever e em 2004 começaram os trabalhos até estrear junho de 2006.
Com Direção de Iara Brasil
Cenário de Márcio Tadeu
Trilha de Aline Meyer
Música Original de Sérvulo Augusto
Atuação primeiramente de Antonio Carlos de Niggro e depois de Max Mu
A peça fez uma carreira por várias cidades e Estados até 2012, quando todo o material foi queimado no primeiro grande incêndio da Favela do Moinho. A Carroça foi contruída em uma oficina do Márcio Tadeu, junto com as crianças da favela. Nos 20 anos de Cia Um Brasil de Teatro e Artes, pretendemos remontar a peça novamente.

Números

Prêmios/
homenagens
10
Trabalhadores
12
Duração do Projeto
6 anos
aprox.
Impacto da Mídia
5.000.000
Público Direto
30.000
Tempo de pré-realização
2 anos
Subvenção Estatal
0
Patrocínio Privado
0

Mídia

Blog da Rua
Viviane Mosé

"É Possível viver sem arte?" - 12/11/2006
Link desativado
" Beth Néspoli: - Qual o trabalho que mais satisfação lhe deu e por quê?
Aline Meyer: - Um dos últimos trabalhos que me deu muita satisfação foi a montagem de o Diário dum
Carroceiro, texto escrito por um não autor de teatro, ex-morador de rua, o Tião Nicomedes
. Nesse trabalho, houve
um empenho espontâneo e rico de toda a pequena equipe de criação (encabeçada por uma corajosa Iara Brasil) para
que o ator único e solitário extraísse a dureza e a pungência poética do texto, o que ele realizou lindamente (Antonio
Carlos Denigro).
"
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